Saudades do meu paraíso
janeiro 24, 2010
Hoje foi o dia em que me encontrei
Uma das poucas vezes no ano, que chorei.
Coisas de quem um dia se encontrou no romantismo
Sou assim, prefiro ser assim.
No lugar que frequentemente estou
Encontrei o lugar que pensei que havia perdido.
Saudades de ti meu paraíso, que vontade de voltar a ti
Queria tanto permanecer assim
Mais sem querer já estou indo.
Ainda volto a te meu aconchego
E para sempre em ti irei morar
Preciso lhe contar algo que hoje vivi
Derramar em teu solo as alegrias de minhas lágrimas
E ouvir os teus conselhos na voz silenciosa que anseio possuir
Hoje foi o dia em que me encontrei
Hoje foi o dia em que, ao meu aconchego voltei.
Obrigado… Muito obrigado…
janeiro 11, 2010
Gostaria de agradecer nesse post extraordinário aos vários comentários e criticas que tenho recebido em meus textos. Alguns preferem fazê-los em particular, através de e-mail, telefonemas e outros. Não importa a forma, o importante é que continuem expressando suas opiniões e continuem fazendo uma avaliação sobre nosso trabalho que tem por objetivo ampliar os horizontes culturais de todos que possamos encontrar pelo caminho. Tanto eu, com meu humilde trabalho, quanto os meus companheiros que postam nesse blog precisamos constantemente de novas opiniões para que continuemos a nos desenvolver literariamente e apresentar um melhor trabalho a vocês. Portanto, volto a apresentar meu sincero agradecimento em meu nome e em nome de todos do Café Cultura aos que acreditam, apóiam e opinam em nosso blog.
Cristian Santos
Grata Surpresa
janeiro 7, 2010
Eu nem queria abrir os olhos. Como se precisasse?! Certas coisas não há necessidade de se ver. Deve-se sentir. E eu naquele momento era uma explosão de sentimentos.
Ontem dormi sem muitos planos para hoje. Nada demais estava por vir. Acordaria num horário sem compromisso, ou seja, quando não agüentasse mais dormir. Afinal é domingo e acredito que o domingo foi feito para isso. Dormir e descansar da semana cansativa e estressante. Até ai nada fora do comum. O calor era infernal, mas nem podia reclamar. É verão, portanto, tempo de calor.
Eu moro em uma república, porém, tenho o privilégio de ter um quarto para mim. Graças a minha experiência em republica, pude escolher criteriosamente o meu quarto quando alugamos a casa. Éramos três pessoas escolhemos uma casa de três quartos. Tecnicamente um quarto para cada um. Mas isso não permanece por muito tempo, logo chega mais pessoas para entrar para a república e aquele que escolheu o maior ou o melhor quarto acaba tendo que dividir sua privacidade. Eu como já conhecia esse processo escolhi o menor quarto já no inicio. Assim, mesmo que por hora meus companheiros ficassem com mais espaço, eu teria uma privacidade mais duradoura. E foi o que aconteceu. Só eu tenho um quarto independente e sabia o quanto isso pode ser valioso.
Meus companheiros republicanos são grandes companheiros. Dividimos o mesmo espaço, mas não significa que temos direito de interferir na vida uns dos outros. Esse sempre foi nosso lema. Ninguém dá palpite, a não ser que seja perguntado. Não se intromete na vida familiar de ninguém e principalmente, todos respeitam os relacionamentos amorosos (ou não) do próximo. Sendo assim, as namoradas têm transito livre e liberdade dentro da nossa república. E elas sabem disso. Elas chegam e entram. Não têm muita cerimônia. Meus amigos já tiveram que dar muitas explicações quando são flagrados em situações constrangedoras. No meu caso, isso é menos comum. Minha namorada é de uma família muito conservadora e um pouco preconceituosa. Segundo seus familiares uma moça não deve freqüentar uma casa onde só vivem homens. Pode denegrir sua imagem. Ela, para não contrariar, evita de me visitar com muita freqüência.
Hoje foi diferente, atípico. Ela chegou cedo. Aproveitou que a porta estava aberta. Para ser sincero nem sei se ela havia sido trancada nessa noite. – Passar a madrugada toda com a casa aberta já se tornou moda aqui. Mesmo que esse assunto seja tema de muita discussão em nossas reuniões de república. – Ela entrou e foi direto para o meu quarto. Eu ainda estava dormindo o sono dos justos coberto apenas com um lençol. Ela se aproximou da cama bem devagar. Acho que fez questão de não fazer barulho algum. Chegou bem perto e beijou minha boca. Só então acordei. Já havia sido acordado com um beijo. Mas beijos no rosto, geralmente dados por minha mãe. Esse beijo era diferente. Um beijo na boca. Um beijo com sentimento. Quando abri os olhos era ela, a mulher dos meus sonhos. Minha maior paixão. A pessoa que amo, mas não esperava vê-la naquele momento. Receber um grande elogio pode desencadear uma sensação de bem estar por um tempo. Ser acordado com um beijo dado pela mulher amada marca para a vida toda. Nem preciso dizer que não consigo tirar esse sorriso do rosto.
Cristian Santos
viagem
janeiro 7, 2010
No caminho de ida, fiquei pensando se esta seria como as outras viagens. Todas anteriores foram tão boas, tão divertidas, e essa também seria? Amarga expectativa! Fomos de ônibus passando em paisagens que parecem ser surreais. Quando acelerava parecia que não havia mais floresta e sim pinceladas de tons de verde. No ouvido, nada menos que um fone pra ouvir o que os outros inspirados compuseram com excelência. A expectativa aos poucos foi aguçando, aumentando assim o desejo de chegar. O trajeto com o som parece que se encurtou, e como uma batida de samba, chegamos. Nada, tudo vazio, afinal era domingo. Conosco apenas funcionários daquele ‘monstruoso’ lugar de lazer e nós admirados, parecíamos como crianças no parque. Os olhos vidrados nas vitrines. Olho vai, olho vem, mas pra mim parecia faltar algo ou alguém. Amigos? Tinha sim, e eram pessoas de boa conduta, de bom papo, embora escasso, e de boa companhia. Amores, não tinha nenhum na minha companhia, na verdade o meu amor, que tanto amo ficou nos bits salvos na memória. Na verdade tive alguns amores, algumas dezenas pra ser mais claro, mas esse agora, esse atual é mais intenso, é algo diferente. Desculpa amigo, não era isso que queria falar, afinal você não está interessado nos meus amores, né?! Já tem os seus pra se preocupar e amar. Mas ainda estava faltando algo, pode ser o amor que fica nas teclas e nunca se encarna, mas acho que ainda não era isso. Uma cidade tão grande e cheia de tanta gente, e eu me sentindo vazio, ou meio vazio pra ser mais coerente. A diversão veio pela tarde, foi legal andar, perguntar preço e não comprar. Foi legal ver um filme profético, comer comidas suicidas. Mas pra ser perfeito estava faltando algo. Pode até ser que seja minha falta com Deus, tinha tempos sem ir à igreja [não estou dizendo que Deus está apenas na igreja], mas acho que não. Pode ser que foi a amiga da cidade que eu iria encontrar, mais ainda acho que não era isso. Seriam os DRUGS que não estavam, acho também que não. Pensando bem esse vazio já é longo, tem tempos que o sinto, e ainda não sei o que é. Pode ser que não sou tão bom com o otimismo. Acho que estou caindo na real, infelizmente. Acho que o ‘eu-criança’ está morrendo. As viagens não são mais as mesma de quando eu ainda era criança. Pode ser que o pequeno príncipe que vivia dentro de mim em seu mundo paradisíaco, solitário e amável, pegou uma calda de cometa e se perdeu por esse vasto espaço. E agora não estou mais cheio de tudo, estou me esvaziando aos poucos. E como um balão que perdi o seu ar, mas não perdi sua cor, sou eu assim, perco às vezes a vontade, mas nunca a alegria de viver. Afinal minha vida valeu sangue, e não foi sangue comum, foi sangue real. Meu balão da vida vai se encher novamente e em breve. Eu boto fé.
Subjetiva prisão
dezembro 14, 2009
Depois de tanto tempo de conversa, me deparei com uma coisa estranha.
Senti em mim um algo já esquecido.
Não queria acreditar no que estava acontecendo, mas, era tarde demais. Tudo mudou.
É estranho, opaco demais.
Volver os olhos para trás e sentir uma força tão grande que vivi. Mas não convivi.
É expressamente complicado.
Explicar o sentido transparecido sem querer transparecer não é fácil.
Vejo-me longe daqui. Mas, não sei, não sei.
Tenho em minhas mãos as chaves da saída, mas não encontro se quer um jeito de chegar até lá.
Há um espaço vazio preenchido, que não me deixa atravessar até a luz.
Sentimentos, pontes, travessias, …,luz.
Sair do estado magnético que me encontro e ir a essa luz é algo mais do que curioso. Tento disfarçar, mas….
Já estou sufocado. Me sinto como quem um dia caiu no abismo e não encontra uma forma para dele sair.
Tento andar não consigo mais. O interessante é ter a certeza que ainda é grande o caminho.
Tento falar e silencio ainda mais. Tudo porque as palavras me trazem ainda mais a dor do silencio.
Tento me acalmar, mais meu coração dispara. Sou sensível ao sentimento.
Tento enxergar, mas só vejo, só vejo… .E olhe que a saída é logo ali.
Não tem espaço pra mais nada, preso estou.
Sem medo, sem água, sem ar e encorajando-me, e bebendo, e respirando e transparecendo.
Assim estou eu, assim vou vivendo, e assim convivendo.
Uslei do Carmo
Perdão
dezembro 7, 2009
Seus pequenos olhos não demonstravam seus sentimentos. Será que mentia? Por que? O momento era melancólico. Não tinha brilho. Tudo perdia a cor. Tudo estava sem vida. Era só eu e ela. Ambos tentávamos entender o que havia acontecido. Saber os “por que’s” da nossa separação. Não fazia sentido. O mesmo amor que nos unia também nos separava. E posso afirmar que doía. Meu coração se sentia abafado, apertado. Como se não tivesse mais forças para bater. Eu sei que ela sentia o mesmo. Mas por que não demonstrava? Será para me poupar?
Eu queria abraçá-la. Me debulhar em lágrimas e gritar para que todos soubessem que eu sou fraco e não consigo controlar a intensidade dos meus sentimentos. Queria dar vazão à dor que teimava em dilacerar meu peito. Queria dizer em seu ouvido que eu nunca mais me afastaria dela. Dizer o quanto a amo. Prometer estar ao seu lado em todos os momentos, inclusive os difíceis. E com isso arrancar a dor da ausência e esquecer as vezes em que fugi, deixando-a sozinha.
Olhando fixamente em seus olhinhos tentei me encontrar. Descobrir qual imagem minha havia ficado em sua mente. Se existia também em suas lembranças momento felizes em que passamos juntos. Se nossa convivência ainda era celebrada em detrimento à tristeza da minha ausência nos dias difíceis.
Ah, como eu gostaria de voltar no tempo. Refazer nossas lembranças. Fazer da nossa história um lindo caso de amor. Consertar os erros. Evidenciar os acertos para que hoje eu pudesse ver em seus olhos a alegria da confiança na presença constante.
Não posso mudar o que se foi. Mas hoje, olhando em seus olhos e segurando suas mãos, quero dizer que nada mudou meu sentimento e pedir perdão por minhas faltas. E com todas as palavras demonstrar que vou sempre te amar.
Cristian Santos
Infeliz Natal
novembro 29, 2009
Sempre tive uma certa antipatia pelo Natal. Nessa data uma melancolia, maior do que o natural, me envolve (coisa que também acontece no carnaval, mas isso é assunto para outra época…). Já me disseram que isso é fruto do meu pessimismo, da minha descrença frente às alegrias da vida. Mas deixando de lado meus complexos psicológicos, demonstrarei porque não me contagio pelo “espírito natalino”.
Primeiramente remontemos ao conceito de Natal: 25 de Dezembro, supostamente a data do nascimento do Messias, o Cristo Jesus. Certo? Errado. Há tempos o Natal deixou de representar isso. Pergunte às crianças de hoje sobre o natal e quase todas dirão algo relacionado à Papai Noel – árvore de natal – presentes. E este último é o maior mal. Presentes. O Natal não é mais uma festividade religiosa e sim uma data comercial. Não que isso seja ruim, pelo contrário, é bom para a economia do país. O que me assusta é a falsidade das pessoas, que nessa data se aflora. Parece que no Natal todos ficam “bonzinhos”. Alguns doam cestas básicas às pessoas carentes (mas no resto do ano podem passar fome), visitam asilos (nos outros meses eles desaparecem), distribuem presentes nas creches (crianças só gostam de ganhar presentes no Natal), o que eu chamo de caridade natalina. Mas essa caridade não é para outros, é para eles mesmos. Fazem isso não porque se importem com alguém, mas sim para que se sintam pessoas melhores. Para que possam à noite dizer: _”Hoje eu dei presente para uma pessoa que eu nem conhecia, Deus deve estar orgulhoso de mim”…; e então podem recostar a cabeça no travesseiro e dormir o abençoado sono dos justos.
Há ainda o espírito natalino social. É aquele dos grupos de trabalho, escola, etc. Para facilitar inventaram o “amigo oculto”. Pessoas que não se suportam, que passam o ano todo sem se falar, trocam presentes, se abraçam e desejam as melhores coisas umas aos outros. Assim fica parecendo que grupo é perfeito, que as pessoas se adoram, que não há desentendimentos.
É claro que eu estou generalizando, ainda há algumas poucas pessoas que são sinceras nas suas ações. Não estou aqui dizendo que devem parar de dar presentes no Natal. Por favor, continuem, o Capitalismo agradece.
Então um feliz Natal a todos.
[http://eddie-versos.blogspot.com/2008/06/boas-festas.html]
camisetas e a vida
novembro 29, 2009
Na vida passam em nosso corpo, muitas camisetas. Algumas são de infância, quando a mãe compra aquelas com estampas coloridas e logo após a gente babava em toda a camisa e o ácido de nossas salivas corroia, aos poucos, a bela estampa. Algumas são da adolescência, quando a gente se orgulhava de estampar no abdômen uma gravura imensa da banda preferida, sem saber ao menos o que eles pensavam de e sobre música, essa faze eu pulei. Algumas a gente comprava por comprar, dessas que a gente pega no guarda-roupa pra usar na pelada do campinho de terra. Outras a gente vestia na escola, a essas deram o nome de uniforme, mas tinha de muitos tipos e muitas formas. Outras a gente comprava junto com um ingresso e pulava suando toda ela, depois passava anos usando como se fosse um titulo, essas chamam de abadá, que pra mim é mais fútil. Mas mesmo que pareça ser meio complicado, as camisas que usamos formam nosso perfil de amanhã. É como a música, os livros, as conversas. Todas possuem seu significado peculiar. Algumas marcam como aquela que a mocinha encostou seu pescoço perfumado e você todo desengonçado não sabia o que fazer, então colocou o seu braço com a manga vermelha da camisa presenteada e teve seu primeiro beijo.
Alguns amigos meses atrás em conversa rotineira, um disse: – Por que não criar uma ONG? Eu que sempre tive vontade ativista respondi com toda a convicção: – Vamos. Então fomos como formigas ao bolo. Ligamos, conversamos e, infelizmente, vimos que não era tão fácil assim. No Brasil até pra ajudar é burocrático. Então o fervor inicial aos poucos, com a decepção burocrática brasileira americana mundial, foi desgastando e no fim de tudo, sobrou um blog.
No inicio o blog tava mais parado que água de dengue, ou mais parado que retrato da gente. Mas ai bastou uns dois a três incentivos literários, que começou a fluir, exceto para um membro, que por motivos monográficos não pôde ajudar com arquivos .doc. Mas sempre que possível dava uma palavra de apoio. E passou alguns meses, algumas visitas virtuais e um dos membros teve outra idéia: -Que tal fazer uma camisa? Todos uníssonos dissemos: – Claro. Então todos pegamos nomes, tamanhos, cores, formas, telefones, e-mails, sites, borrachas, clips, papeis, impressoras lx-300, Autosys camiseta e por ai vai. Fomos numa empresa de estampa chamada speencer, que não sei o motivo do nome tão sugestivo. Com certeza quando lêem speencer lhes remete a camisas, é obvio. Mas ai fizemos o famoso pedido.
Após alguns dias, semanas. Pra economizar a fadiga ligamos pra lá. Logo uma senhora atendeu, com seu lindo apelido diminutivo, e disse com sua doce voz:- Uai, esta esperando vocês. Fomos afinal a senhora estava nos esperando. Pegamos a tão sonhada camisa, que não saiu do modo planejado, mas ficou legal.
Mas voltando as camisas. Essa tenho certeza que vai marcar mais uma fase da nossa vida. Não pelas salivas, pelas bandas moralistas, pelos amores vividos, e sim pela vontade de fazer algo em prol dos outros e conseqüentemente em prol da gente. Não seremos os melhores do seu mundo, mas eu tenho certeza seremos o melhor do MEU mundo.
Isso pra mim basta.
Leitor
novembro 28, 2009
Gostaria muito de agradecer as diversas manifestações de apoio ao nosso projeto cultural e disponibilizar para contato o e-mail ongcafecultura@gmail.com.br Porém, todos nós precisamos saber o reflexo do nosso trabalho. Para isso pedimos que faça seu comentário em nossos textos. Sua opinião é o que pode dar forças ao nosso trabalho. Falo isso em nome de todos os editores desse blog. Muito obrigado.
Cristian Santos
Uma realidade (parte final)
novembro 28, 2009
Ela não fez muita questão de se retratar, apenas se sentou no sofá e disse que realmente era verdade. Que ela tinha um caso com aquele homem e mais alguns a mais de 14 anos. Que não havia contado nada porque achava que isso não era importante pra mim, já que eu não me importava com suas saídas à noite, nem com suas viagens sem muita explicação. Além do que não queria mudar a vida que tinha, onde tinha um marido que a sustentava e mais outros homens que lhe davam prazer. Disse tudo isso sem se alterar, como se fosse a coisa mais normal que existe. E finalizou dizendo que se eu quisesse continuar assim mesmo tudo bem, se não ela poderia mudar-se pra casa daquele com quem falava no telefone ou de algum dos outros.
Eu não sabia o que dizer. Estava atônito, pasmado. Dentro de mim havia uma represa prestes a ruir. Minha visão escurecia-se, estava possuído por uma ira incontrolável. Sem pensar por mim mesmo e quase que hipnotizado fui até a cozinha peguei uma faca de açougueiro e endemoniado desferi doze facadas fatais no tórax daquela que um dia eu amei. Sua morte foi quase que instantânea. Deixei meus filhos órfãos, mas não me arrependo. Seu corpo enrolei em um tapete e joguei em um rio junto a uma pesada peça de ferro para que afundasse e não fosse encontrado com facilidade. Até agora está tida como desaparecida, porém ainda ninguém faz idéia do que aconteceu.
Assim mesmo resolvi me entregar e pagar pelo meu crime, é o que vou fazer agora. Desta maneira não terei que encarar todas as pessoas que por tanto tempo me criticaram pelas costas.
Cristian Santos